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O corpo perfeito, segundo a ciência


A modelo e atriz Kelly Brook tem 34 anos, 1,68m de altura e é considerada gordinha. Diferente dos estereótipos de magreza que tomaram conta dos padrões de beleza divulgados desde sei-lá-quando, ela foi classificada como a mulher com o corpo mais perfeito do mundo.  

A escolha é apoiada pela ciência, a partir de estudo da Universidade do Texas – sim, Estados Unidos, e sua notória “loucultura” americana -, e para se chegar a esse título, os estudiosos consideraram, além das medidas, a idade, rosto, lábios, nariz e cabelos de Kelly. Não tem qualquer cirurgia ali, corpo natural, com suas celulites e gordurinhas.



Detalhes curiosos, como o peso e as medidas da moça, não foram informados pela reportagem do site Mistérios do Mundo. Pela foto, logo se vê que ela é realmente linda. Minha opinião... alguns poderão discordar, fiquem à vontade.
Fiquei pensando o que significou essa escolha, entre tantos corpos no mundo, considerando a beleza das diferenças que a vida humana oferece e que é justamente o que nos confere esse valor.
Mas com uma coisa, confesso, fiquei contente: pode ser mais um passo (vários estão sendo dados) para uma flexibilização da visão estereotipada da mulher e do homem magros como padrões únicos de beleza. Isso não tem padrão. Beleza é ser educado, do bem, é ter autoconfiança.
Há 12 anos, a Dove, da Unilever, lançou a Campanha pela Real Beleza, mostrando, com sensibilidade, mulheres com diferentes tipos físicos. A campanha viralizou nas redes sociais, ganhou prêmios inéditos de publicidade pelo mundo e acabou transformando-se em uma experiência social com o propósito de empoderamento feminino.
A Unilever, fabricante do Dove, financiou pesquisa feita por uma psicóloga de Harvard, Nancy Etcoff, sobre o resultado dessas campanhas em relação à mudança da percepção feminina quanto à aceitação. O exame apontou, segundo a revista Meio e Mensagem, que “as mulheres passaram a definir a beleza em uma ampla gama de qualidades que vão além dos olhares, incluindo a autoconfiança”, entre outras questões. Bingo!
Então, que tal a gente se amar como é e investir sempre em melhorar o que temos? 

Um beijo carinhoso!
Dani


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